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1 de Fevereiro, dia de más memórias

Miguel Alvarenga – Faz hoje cinco anos. Levámos todos dois violentíssimos murros no estômago, assim de repente e sem mais quê. 1 de Fevereiro de 2018, data tradicional da abertura da temporada em Mourão, como hoje acontece, foram embora do nosso convívio dois bons Amigos, duas das maiores referências do mundo da forcadagem: João Nunes Patinhas (morreu de causas naturais, de doença, ao princípio da manhã desse dia fatídico) e António Manuel Cardoso «Nené» (morreu ao início da noite, de desastre de automóvel, quando já estava a dois passos de casa, vindo do festival de Mourão).

Almocei nesse dia em Tomar com o meu querido amigo «Tomix», o meu eterno amigo Emílio e a Fernanda, no Restaurante «A Brasinha» do Paulo Graça, outro amigo de tantos anos. É desse almoço a foto que publico em baixo.

Pela hora do almoço ligou-me o Xico Costa: «Miguel, morreu o João Patinhas». Primeiro murro no estômago. Já não estava com ele há uns tempos, sabia que não estava bem, mas não esperava um desfecho tão rápido. E tão triste.

Fundador do grupo de forcados Amadores de Évora, ídolo da aficion por cá e no México, era um fantástico contador de memórias. Tivemos grandes conversas, encontrava-o por vezes nas férias em Armação de Pêra. E conversávamos. Muito.

Nesse dia regressei a Lisboa ao final da tarde. Jantei fora e quando cheguei a casa ligou-me o Emílio: «Miguel, morreu o nosso Nené». Fiquei sem palavras. Ficámos os dois sem palavras. 

Amigo dos de verdade, tinha as suas rabugices e os seus amuos, mas depois estava lá, na hora certa. Forcado de eleição, antigo cabo dos Amadores de Alcochete e um dos mais destacados e mais antigos empresários taurinos nacionais, em parelha com o também saudoso Rogério Amaro. Tinhamos jantado os três um mês antes, no início desse ano. Tinha estado com o «Nené» pela última vez, mal sabíamos que aquele abraço seria o derradeiro, na Chamusca num jantar de entrega de prémios do Clube Taurino local, uma semana antes.

Perdi dois amigos há cinco anos – dois amigos que não esqueço mais. Nunca. A Festa perdeu duas das suas mais emblemáticas figuras.

Recordo-os e rendo-lhes homenagem. Com saudade.

Fotos Emílio de Jesus/Arquivo e D.R.

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