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António Lorca provoca «tsunami» em Madrid: influente crítico de «El País» desanca a empresa Plaza 1 e diz que os cartéis da Isidrada são «o símbolo e o reflexo da decadência»


O influente crítico António Lorca «pega o toiro pelos cornos»
e arrasa a empresa de Madrid e os cartéis da Isidrada. Em
baixo, Simón Casas e Rafael Garrido, os gestores de Las Ventas

Polémica na vizinha Espanha: o conceituado e influente crítico tauromáquico António Lorca, responsável pela secção de tauromaquia do jornal «El País», autor da coluna «El toro, por los cuernos», atira-se como gato a bofe à empresa Plaza 1 pela confecção dos cartéis da próxima Feira de Santo Isidro em Madrid, oficialmente apresentados no passado dia 1, que considera serem «o símbolo e o reflexo da decadência». Um verdadeiro tsunami a abalar a gestão de Simón Casas e Rafael Garrido em Las Ventas.

Numa apreciação altamente crítica dada à estampa no «El País» dois dias depois da gala em que foram apresentados todos os cartéis de Madrid, António Lorca escreve que a «Plaza 1 anuncia um ciclo de desenho mercantilista, recheado de figuras amortizadas e infamantes ausências, com a cumplicidade da Comunidade de Madrid».

«Os cartéis da Feira de Santo Isidro de 2023 são bonitos, sim; assim, sobre o papel, resultam atractivos. São cartéis ‘rematados’, como alguns sevilhanos qualificam em cada ano a sua Feira de Abril. Em Madrid estão as figuras, que tanto interessam ao público, e os toiros que estas exigem e que pouco importam aos espectadores toreristas, mais pendentes do toureiro conhecido que dos toiros, que, no final de contas, são todos iguais» – considera Lorca. E prossegue:

«Madrid é Madrid. Na capital todos presumem que Las Ventas é a primeira praça do mundo, o templo do toureio, disse a presidente da Comunidad na gala. E assim será. Por isso, Santo Isidro não é uma feira mais, é o faro da Festa, a referência taurina mundial, o grande espelho taurino para todos os aficionados. Madrid não pode anunciar só uma feira bonita. Tem que ser surpreendente, completa e exemplar, que deixe todos de boca aberta e abra caminhos ao futuro. E assim deve ser, embora não seja a mais rentável economicamente».

«A Comunidad de Madrid não deve aprovar uma feira que despreza a diversidade do toiro de lide, que se agarra ao encaste Domecq por imposição dos toureiros e limita o conhecido e exigente ‘apartado torista’ aos ferros de Victorino, Adolfo e Escolar. Isto é uma anedota de mau gosto, uma falta de respeito… Santo Isidro deve render homenagem ao toiro e estar ao serviço da tauromaquia, e não das figuras» – acrescenta. E diz mais:

«Santo Isidro não deve ser maioritariamente um escaparate de toureiros veteranos que há já algum tempo que têm pouco a aportar; toureiros jovens em idade, mas ‘jubilados’ como profissionais (…) Os cartéis de 2023 não se podem parecer como gotas de água aos de 2017, 2015, 2014 ou 2010; basicamente, são os mesmos toureiros com trajes distintos, mas com idênticos conceitos tantas vezes vistos».

António Lorca considera ainda que «Santo Isidro não pode deixar no esquecimento um plantel de toureiros menos êxitosos, mas muito válidos para a Festa e que sempre acudiram justamente a esta feira com o legítimo sonho de alcançar a glória. Porque Madrid não pode ser só a praça dos triunfadores; também deve abrir as portas aos que, com esforço, condições e atitude perseguem o triunfo».

«A Feira de Santo Isidro de 2023 não está pensada para fazer história nem assenta nas bases de um futuro esperançoso. Esta Feira de Santo Isidro é o símbolo e o reflexo da decadência; é a aceitação de que na tauromaquia de hoje quem manda são os toureiros, tão impetuosos na sua zona de conforto, e o público, tão volúvel quanto inconstante, orelheiro e triunfalista», escreve António Lorca. E vai mais longe na sua tão polémica análise aos cartéis da próxima Isidrada:

«Ser empresário de Madrid é uma honra imensa, mas mais para lá do prestígio e do poder que oferece, deveria incluir um firme compromisso que devia ser exigido pela Comunidad de Madrid, proprietária da praça, tão taurina como diz ser. Madrid merece empresários mais comprometidos. O mundo mudou. Os problemas de que sofre a Festa são variados e muito graves. Por essa só razão há que demandar outro tipo de feira, outro compromisso mais além do que o meramente mercantil. Oxalá se coloque em muitas tardes o cartaz de ‘não há bilhetes’; ainda que assim seja, não esqueçam a Comunidad, os membros do Conselho de Administração do Centro de Assuntos Taurinos e a empresa Plaza 1 que esta feira, tão bonita, tão de desenho, é a ante-sala da decadência. Os cartéis foram dados a conhecer no dia 1 de Fevereiro, sem ter em conta os triunfos das primeiras feiras. Mas dá igual. São os mesmos toureiros os que compõem os cartéis de Castellón, de Valência, de Sevilha e Madrid. Não importa se fracassam ou triunfam porque têm a temporada assegurada. E tudo se desenrola na mais absoluta impunidade e sem resquício de crítica».

Uma análise que dá muito que pensar…

Fotos «El País» e Plaza 1

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