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Homenagem: Amadeu dos Anjos faria hoje 87 anos

Nascido a 13 de Março de 1936 em Safurdão (Pinhel), o matador de toiros Amadeu dos Anjos, ainda e sempre recordado como o mais fino muletero nacional, faria hoje 87 anos.

11º matador de toiros português, Amadeu dos Anjos deu os primeiros passos na arte em que viria a ser grande, em Lisboa, na célebre Escola Arena, onde teve como professores Augusto Gomes Júnior, Sebastião Saraiva e Júlio Procópio. E onde teve como companheiro de lides, recordava-o tantas vezes, o apresentador televisivo Carlos Cruz, que nesse tempo também sonhava ser toureiro.


Bem cedo se radicou em Salamanca, Espanha, para cumprir o sonho de ser toureiro. Onde foi seu apoderado Vicente de la Calle, também já falecido e que posteriormente viria a apoderar  outros toureiros lusos como José Falcão e Rui Bento Vásquez.


Debutou em 1962 na Monumental de Madrid, Las Ventas, actuando nesse ano sete vezes nessa praça, numa delas, a 23 de Setembro, com lotação esgotada.


Na temporada de 1962 toureou 25 novilhadas e em 1963 sofreu uma grave cornada em Castellón, que lhe travou um pouco o percurso, actuando mesmo assim nesse ano em 31 novilhadas e já em quatro corridas de toiros, depois da alternativa, que recebeu a 13 de Setembro de 1963 em Salamanca, apadrinhado por Paco Camino, com o testemunho de Manuel Benítez «El Cordobés», frente a toiros da ganadaria portuguesa de Alberto Cunhal Patrício. Confirmou a alternativa a 3 de Maio de 1964 em Madrid.

 

Embora com uma carreira curta, foi um dos matadores portugueses mais galardoados em Espanha. Por cá, recebeu o Prémio Bordalo em 1967 e o prestigiado Prémio Imprensa, que era atribuído anualmente pela Casa da Imprensa, em 1968.


Já nos anos 90, foi homenageado pela Real Tertúlia D. Miguel I e, em 2014, pela Tertúlia «A Mexicana».


Amadeu dos Anjos, que era pai de quatro filhas, viveu os últimos anos na Praia das Maçãs (Sintra), onde na manhã de 3 de Maio de 2018 sofreu um ataque cardíaco fulminante em plena rua. Tinha 82 anos.


Fotos M. Alvarenga e D.R.



Ainda hoje é recordado como o mais fino muletero nacional


Numa cerimónia oficial com o então Presidente da República,
Almirante Américo Thomaz


Com a fadista e sua amiga Hermínia Silva


Na Quinta da Fonte Santa (Caneças), onde viveu muitos anos,
ensinando a arte do toureio ao então jovem Pedrito de Portugal


Num jantar em Lisboa em 1991 no «Velho Páteo de Sant’Ana»
com M. Alvarenga e o Maestro Paco Camino, seu grande amigo
e seu padrinho de alternativa em 1963 em Salamanca


Hotel Lezíria em Vila Franca, depois de um festival taurino na
«Palha Blanco», com M. Alvarenga, «Espartaco» e «Antoñete»


Com José Jorge Pereira e M. Alvarenga num dos últimos
almoços com dois amigos de sempre, na sua casa da Comporta

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